LÁ FORA


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Quando eu era miúda, enquanto os meus pais ficavam em Lisboa a trabalhar, eu e os meus irmãos éramos recambiados um mês para a quinta da família. Todos os verões éramos adoptados por uma tia em particular e por outros tios e muitos primos, no geral.

Saíamos de manhã para só voltar ao toque do sino para almoçar e jantar. Corri maratonas, esfolei os joelhos e fiz nódoas impossíveis. Trepei às arvores, roubei ovos às galinhas, lavei roupa no tanque, fui campeã de matrecos, aprendi a nadar, dormi noites ao relento, aprendi a distinguir a ursa maior e a ursa menor no céu, coleccionei rãs e persegui saltaricos, virei as primeiras panquecas na sertã, rasguei-me a apanhar amoras, comi tomates na horta e tirei mel da colmeia.

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DIAS SEM CARRO


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Na verdade, já estamos quase há 1 mês sem o nosso carro, depois de dois pedidos de reboque e prognósticos e diagnósticos vários. A primeira semana foi em férias e, à conta de estarmos numa aldeia com amigos em várias portas, correu tudo bem.

Desde aí tenho estado por Lisboa a trabalhar e, apesar de sentir a falta dele ao fim-de-semana para vadiar, tenho passado bem sem carro durante o resto da semana.

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