AMACIADOR DE ROUPA . ALTERNATIVAS SEGURAS E ECOLÓGICAS


slower_amaciador_01No nosso dia-a-dia somos bombardeados com químicos tóxicos, presentes em produtos que de amigos do ambiente não têm nada. Esses mesmos químicos, lemos por essa internet fora, podem-nos causar irritações, alergias, doenças e até mesmo distúrbios hormonais. Claro que encontramos também artigos que nos asseguram que não está provada a relação entre causa e efeito ou que estes estão presentes numa quantidade inofensiva. No entanto, na dúvida, se puder, evito-os, como já falei aqui.

É que a somar a isto, alguns destes produtos não são tão essenciais assim ou podem ser substituídos por alternativas caseiras mais acessíveis e seguras. Um bom exemplo disto, é o amaciador de roupa.

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3 DIAS


… de fim-de-semana dão para muita coisa!

Fazer novos amigos.
Fugir de uma manada de novos amigos.
Chafurdar na lama (no melhor sentido da coisa).
Apanhar esta hora do lusco fusco.
Acordar com esta luz.
Nadar na piscina mais comprida.
Seguir o rasto de raposas, armados até aos dentes.
Cheirar e ver a esteva em flor de novo.
Observar o macro…
… e o micro cosmos.
Conquistar a praia para mais um verão.

 

 

O CICLO DE VIDA DA NOSSA ROUPA


o ciclo de vida da nossa roupaQuem se iniciou na última semana no desafio destralhar, por esta altura já se começou a perguntar o que é que vai fazer aos sacos de roupa excedente que juntou.

Enquanto isso, esta semana o Fashion Revolution, um movimento que surgiu na sequência do desastre do Rana Plaza que causou 1.134 mortos no colapso de uma fábrica têxtil no Bangladesh em 24 de Abril de 2013, marca esta data com a Fashion Revolution Week, com o objectivo de consciencializar o mundo sobre a exploração nesta industria e apelando à sua transparência, com a pergunta #whomademyclothes.

Por estas duas razões, esta semana falo-vos aqui sobre o ciclo de vida da nossa roupa: de onde vem e para onde vai.

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DESAFIO DESTRALHAR


slower_desafiodestralharDepois do desafio proposto a mim mesma e de um começo menos radioso, voltei a ler novamente sobre o tema e procurei pela internet uma lista com as categorias que me pudesse ajudar a seguir a ordem das coisas. Encontrei algumas, mas rapidamente senti necessidade de adaptar o que encontrei em inglês, à nossa língua e a uma realidade mais portuguesa.

À medida que a fui reescrevendo, o desafio foi desenvolvendo outra forma, até que me entusiasmei e senti que fazia sentido não só partilhá-lo aqui, como também desafiar-vos a fazerem-me companhia, participando.

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MÃE-EQUILIBRISTA


IMG_0693De tempos a tempo foge-me um bocado de chão e lá parto em busca do equilíbrio novamente. São alturas em que me observo à distância e faço por juntar os pontos. Desde que sou mãe, essa busca passou ser ainda mais desafiante e a jogar com novos elementos, somando o malabarismo ao trapézio.

À custa da maternidade tenho crescido muito e também descoberto novas facetas, algumas descritas no maravilhoso livro “Pê de Pai” e das quais me apropriei. Se num momento sou mãe-trovão, logo a seguir sou mãe-motor, mãe-boia, mãe-colchão, mãe-esconderijo, mãe-despertador, etc. No entanto, há alturas em que sou mais vezes do que gostava, a mãe-esfregão, a mãe-apanha-do-chão, a mãe-vassoura, a mãe-cabide, a mãe-faz-a-cama. E digo mais do que gostava, para que, a mãe-yoga, a mãe-bebe-minis, a mãe-lê-um-livro e a mãe-silêncio (sem as quais a mãe-mentalmente-sã desapareceria para parte incerta causando danos imprevisíveis às crias) possam aparecer mais vezes. Mas, sobretudo, para que possam surgir os filhos-atentos, os filhos-participativos, os filhos-desembaraçados, os filhos-crescidos. Em suma, os filhos que crescem sabendo que têm todo o amor dos pais mas que não ocupam todo o seu mundo. Filhos-nem-totós-nem-tiranos.

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DESTRALHAR · PAPELADA


slower_papelada1Quando terminei, a primeira etapa do destralhar a que me propus – os papeis – fui rever o manual de instruções, dei-me conta que comecei metendo os pés pelas mãos.

Pois é, não correu tão bem como podia, se tivesse estudado bem a lição. As instruções eram começar pela categoria mais fácil e terminar na mais difícil, quando já estamos quase em modo profissional. Primeiro roupa, seguido de papeis, diversos (aqui cabe quase tudo, de amostras de maquilhagem a ferramentas) e terminar nos objectos sentimentais.

Mas eu saltei a primeira etapa. Achei que começar pelos armários e gavetas, seria começar por um tema difícil, para mim. Que iria navegar semanas num mar roupa e que corria o risco de me afogar na primeira vaga. Não tanto pela roupa a uso ou roupa de casa, mas pela roupa de bebé guardada, pela parte que me coube de bordados das avós e lençóis antigos, e finalmente os panos e tecidos que vou coleccionando para projectos de costura. Na verdade, agora que penso nisso, esta roupa guardada tem um forte lado sentimental, logo deveria ter sido abordada em último lugar. Falhou-me isso mesmo, o identificar os objectos sentimentais nas diversas categorias.

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#3 MIXTAPE · OÁSIS


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uma outra imagem de oásis que já tarda em chegar.

As quartas são o melhor dia da semana, logo a seguir às sextas. Às quartas apanho os miúdos na escola e seguimos para casa sem mais obrigações. Escola-casa, uma maravilha. A caminho da escola, vou imaginando o que vamos fazer com todo o tempo que temos. É que, se nos despacharmos, até conseguimos chegar a casa um bocadinho antes de anoitecer, aí pelas 17h45. Ora, até à hora do xixi-cama temos 4 horas e 15 minutos para gastar. Um oásis a meio da semana.

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DESTRALHAR


slower_destralhar_2Há quase dois anos que tenho o Walden na minha mesa de cabeceira. Mais precisamente, comprei-o depois de dar com uma crónica do Tolentino Mendonça onde li:

“A riqueza de um homem é proporcional não ao número de bens que ele pode possuir, mas ao número de coisas a que ele pode renunciar.”

É uma frase que ressoa recorrentemente em mim, esta. Tem-me levado a questionar, mais vezes do que habitual, coisas importantes e outras tão triviais como a necessidade de um microondas em casa, (depois do nosso se ter avariado há uns meses, abstive-me de o reparar e em menos de nada percebi que estava apenas a ocupar espaço).

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NOVO ANO, NOVO PLANO


Slower_2016
E assim, depois das festas de Dezembro, começa novo ano, nova estação e novo mês de dias maiores. Na verdade, o meu “novo ano” começa em Setembro mas, depois do ritmo acelerado destes dias, a pausa que lhes segue serve sempre para olhar para os últimos meses e fazer os reajustes necessários.

É certo que as crianças ainda não têm idade para votar, mas durante este processo fiz também uma auscultação à população, envolvendo-as pela primeira vez, em discurso directo, nos planos do próximo ano.

Passado uns dias de terem escrito a sua carta ao Pai Natal (a tal que, apesar dos meus esforços, se parece sempre mais com uma lista de compras) aproveitei uma manhã de ronha para, de bloquinho na mão, tomar nota dos outros desejos deles. Aqueles que não têm preço nem estão nas prateleiras.LER MAIS