O MELHOR PARA ELES OU O TUDO, AGORA

O que vou escrever, surge como reacção a um texto que li há uns tempos atrás. Nesse artigo, a autora, mãe de duas crianças, referia que em vários programas culturais durante uma semana, sem grandes luxos, mas também sem privações, tinha gasto o equivalente a 2 consolas de jogos ou a um ordenado mínimo. Daí às consolas serem o ópio do povo, pobre e cansado, foi um tiro. O aumento da sua produtividade a par de salários vergonhosos faz, segunda a autora, com que lhes seja virtualmente impossível resistir. Concluía por fim, que educar filhos em humanidade e relações reais, sem recurso a babysitters digitais, era sinal exterior de riqueza, algo apenas … Continue a ler O MELHOR PARA ELES OU O TUDO, AGORA