REGRESSO ÀS AULAS SEM DESPERDÍCIO


Setembro à porta, provavelmente o mês em que as famílias portuguesas mais gastam. Primeiro vêm os livros, os polémicos livros. Mudam umas vírgulas, muda o ISBN e toca de comprar livros novinhos. Mas este artigo não é para falar disso e sim de formas de reutilizar, poupar a nossa carteira e comprar bem. Pelo nosso bolso, pelo ambiente e por crianças que estimam o seu material escolar.
Uma das coisas que ajuda neste processo, é sem dúvida adiantarmo-nos e tratar destas coisas com tempo. É certo que muitas vezes os professores só dão a lista de material no primeiro dia de aulas, mas sabemos que há material que se repete de ano para ano.
Podemos começar por juntar tudo o que temos em cima da mesa da cozinha ou de jantar, fazer um ponto de situação do material escolar e uma lista do que poderá ser realmente necessário adquirir.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

3 PICNICS SIMPLES, SAUDÁVEIS E ZERO DESPERDÍCIO

A pensar na praia e no desafio zero plástico deste mês, organizei uma cábula de picnics simples, saudáveis zero desperdício. Qualquer um deles pode ser feito a partir de ingredientes não processados e sem embalagem de plástico. Todos os ingredientes podem ser comprados em mercados, mercearias e casas a granel.

Como recipiente, cá em casa costumamos usar frascos de vidro, se bem que as marmitas de aluminío são capazes de ser uma melhor opção por serem inquebráveis e mais leves. Também podem ser tupperwares convencionais que tenham, desde que sejam reutilizáveis. Para embrulhar as sandwiches, costumamos enrolar os pães num guardanapo, a partir de um dos cantos, dando um nó com as pontas, à japonesa.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

1 MÊS ZERO PLÁSTICO, 12 PASSOS PARA COMEÇAR


Aderir a um cabaz de verduras como o da BOA é uma forma de evitar o consumo destes, embalados.

Antes de partir para Bali, questionava-me como iríamos viajar sem consumir garrafas de água de plástico. Sabendo que o problema do plástico é algo mais crítico por aquelas bandas, queria mesmo evitá-lo. Por outro lado, tinha algum receio que a qualidade da água para encher as nossas garrafas pudesse ser mais duvidosa. Foi com surpresa que uma vez lá, percebi que a prática de “refill” estava amplamente difundida. Em toda a ilha, era normal os restaurantes e hotéis terem água disponível para esse fim e, jantássemos onde jantássemos, levávamos a nossa garrafa reutilizável de água para a mesa.

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É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.