CRIANÇAS SAUDÁVEIS, FAMÍLIAS FELIZES · UMA RECEITA E UM GIVEAWAY


foto @inesananashortela

Lembro-me quando participámos no nosso primeiro workshop de alimentação saudável há uns 4 anos atrás. Nessa altura, eu andava à procura de eliminar os alimentos processados cá em casa e queria conhecer alternativas. Para a Raquel, começava nessa altura, a surgir um interesse maior num estilo de vida saudável e por isso desafiei-a a participar nesta manhã de aprendizagem informal em casa de uma amiga.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

REGRESSO ÀS AULAS SEM DESPERDÍCIO


Setembro à porta, provavelmente o mês em que as famílias portuguesas mais gastam. Primeiro vêm os livros, os polémicos livros. Mudam umas vírgulas, muda o ISBN e toca de comprar livros novinhos. Mas este artigo não é para falar disso e sim de formas de reutilizar, poupar a nossa carteira e comprar bem. Pelo nosso bolso, pelo ambiente e por crianças que estimam o seu material escolar.
Uma das coisas que ajuda neste processo, é sem dúvida adiantarmo-nos e tratar destas coisas com tempo. É certo que muitas vezes os professores só dão a lista de material no primeiro dia de aulas, mas sabemos que há material que se repete de ano para ano.
Podemos começar por juntar tudo o que temos em cima da mesa da cozinha ou de jantar, fazer um ponto de situação do material escolar e uma lista do que poderá ser realmente necessário adquirir.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

VIAJAR COM CRIANÇAS, O QUE APRENDI


Desde miúda amealhei para viajar mas, nos últimos 10 anos, conto pelos dedos as vezes que atravessei a fronteira. Não sou uma viajante com grande rodagem, muito menos com crianças. Talvez por isso, das muitas coisas importantes que esta primeira viagem com os meus filhos me trouxe, tenha ficado uma aprendizagem ainda maior. Partilho algumas lições e outras ideias que saíram reforçadas desta volta.

GERIR EXPECTATIVAS
Talvez o que de mais importante retive do que li sobre viajar com miúdos antes de partir. A máxima “preparar o pior e esperar o melhor” é o mantra de qualquer viagem e com crianças a bordo é essencial. Baixar ou gerir expectativas não chega. O melhor é mesmo largá-las.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

#VIVERDEVAGAR, UM DESAFIO


Aconteceu-me há uns dias e talvez já vos tenha acontecido a vocês também: Tive um jantar e, apesar de ter lá passado algumas horas, não estive verdadeiramente presente. Porque o telefone estava ali à mão, porque a vista pedia umas fotos, porque o corpo estava cansado e a cabeça noutro sitio.

Junho é sempre o meu mês mais esperado, com promessas de calor, festa, rua e férias da escola. Sei de antemão que chego a Julho de coração cheio, mas de gatas. Talvez tenha sido do cansaço? Ou o ter tido um dia desses, de coração cheio, que me fez estar longe quando a noite chegou?

Disseram-me: não estás cá. Sorri. E não me senti muito bem comigo. Não só não aproveitei a companhia, como também não retribuí. Talvez, na verdade, tivesse sido melhor dizer não a uma ou outra coisa, em vez de tentar ir a todas.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

20 DIAS EM BALI


20 dias em que eles cresceram debaixo dos meus olhos, desembaraçam-se em situações improváveis, conheceram uma cultura nova e ocuparam o seu espaço por onde íamos passando. 20 dias para me desafiar, largar lastro, lavar a alma e descobrir uma cumplicidade e novo olhar sobre nós. 20 dias em que velhos amigos mataram saudades e ficaram ainda mais próximos.

Este post tardou. Não foi fácil escolher estas fotografias, até porque no primeiro dia perdi a bateria da máquina e muitas são do meu telemóvel velhinho, de outra máquina e do telemóvel dos outros, com melhor e pior qualidade. Mas aqui ficam. 20 dias, 20 fotografias. As bonitas, as porque sim e as tiradas à balda, que registam a nossa viagem.LER MAIS

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VIVER DEVAGAR, O LIVRO


Quando a Maria me convidou para escrever o prefácio do livro que andava a preparar, perguntei ‘Quando precisas dele?’. A resposta não se fez esperar: ‘ontem’.

Para um livro que se viria a chamar ‘Viver Devagar‘, começávamos bem. Com a Maria as coisas são assim: algumas para ontem, poucas para amanhã, mas sobretudo, muitas para hoje.

Enquanto continuávamos a conversa, a Maria perguntava-se se, com aquele título, estaria a levar os leitores ao engano, acelerada como é. E eu digo-vos o que lhe disse, a ela, na altura: ‘Viver Devagar’ tem mais a ver com viver o momento de forma presente do que com velocidade.LER MAIS

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BALI, AÍ VAMOS NÓS!



Lembram-se de vos ter falado que este ano, eu a minha filha virávamos uma década? Pois é, este é o ano em que entro nos 40 e faço 10 anos de mãe. É um ano especial a dobrar, e por isso, um ano em que quero celebrar os presentes que tenho recebido na vida – e são muitos – junto das pessoas mais importantes do mundo, os meus filhos.

Inspirada pela sabática de amigos que andam a correr a Ásia com os filhos às costas, resolvi pegar nos meus e ir ter com eles por umas semanas. Escrito assim até parece que foi coisa decidida de um dia para o outro. Não, não foi. O sonho começou a surgir em Agosto. De lá para cá foi andar a espremer dias de férias e sobretudo fazer contas à vida. Ou melhor, foi mais um acreditar (muito) que, com mais ou menos poupanças, o universo nos ia dar este presentão.

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NA VOLTA, OFICINA CRIATIVA


Defeito de formação ou não, tenho um olho bem aberto para padrões e texturas à minha volta. Eles aparecem em folhas e troncos, paredes descascadas, sombras em lençóis amachucados. Depois vêm as tintas, as aguarelas e os marmoreados com a sua fluidez e possibilidades infinitas. Uma organicidade (isto diz-se?) que me atrai.

Sempre quis aprender esta técnica, mas era difícil encontrar onde aprender num horário compatível com quem trabalha das 9.00 às 18.00. Por isso, quando soube que a Julie vinha cá fazer um workshop de marmoreado em tecido num sábado, agarrei rapidamente no calendário para ver se tinha essa manhã livre. Para melhorar, o workshop ia acontecer no Volta, uma oficina cheia de bons pretextos para visitar e que estava para conhecer há que tempos. Cereja no topo do bolo, a minha amiga mais talentosa também se tinha inscrito. Num telefonema as crianças foram recambiadas para ir passar a noite de véspera aos tios, um programaço prometido desde o Natal, e confirmei presença.LER MAIS

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RECEITA . BARRAS DE GRANOLA CASEIRAS


De cada vez que vamos às compras, a minha filha pede-me que lhe comprar barras de granola. Na verdade, ela pede muitas outras coisas, mas como por esta altura já sabe que há coisas que não entram cá em casa, atira-se mais às barras de granola porque sabe que algumas delas passam no critério do saudável. Infelizmente essas não passam tão bem é no critério do bolso, por isso, da última vez que comprámos uma, olhei com atenção para a lista de ingredientes e resolvi experimentar fazer em casa.
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NATAL . 12 PASSOS PARA NÃO PERDER O NORTE


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Todos os anos, o Natal vem relembrar-nos da importância de nos darmos. Tudo a favor, mas ainda mal entrámos em Dezembro e as agendas já começam a ficar preenchidas, entre jantares, receber amigos que vêm de longe, festas escolares, concertos, visitas familiares. A isto somamos ainda os presentes que tentamos fazer ou comprar com intenção e preparar a casa para receber o Natal. É um mês exigente em termos logísticos e emocionalmente intenso.

Gostava de vos poder dizer que, além do calendário de advento que está na parede, já tenho tudo tratado: bolachas a sair do forno, postais no correio, presentes embrulhados debaixo da árvore. Longe disso. O que tenho é um conjunto de estratégias alinhadas para não perder o norte, que vou relendo volta e meia quando sinto que preciso de me reequilibrar. Partilho-as aqui convosco.LER MAIS

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