DESAFIO DESTRALHAR . 2º MÊS


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O resumo do segundo mês do desafio destralhar tardou em chegar, com férias e verão pelo meio, mas aqui está ele.
A grande novidade é que, perante a quantidade de coisas em bom estado de que não precisava, resolvi vender algumas, através de boca-a-boca e online aqui, se quiserem espreitar.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

DESTRALHAR . 1º MÊS


Slower . Desafio Destralhar

Passou o 1º mês do Desafio Destralhar e a mudança já se começa a sentir, física e mentalmente. O balanço destas primeiras semanas tem sido muito positivo e está-me a dar tanto gozo olhar em volta, tirar estas fotografias e ver como tudo está mais arejado e bonito, que estou cheia de vontade de avançar para as próximas etapas. Tem sido um processo mais simples do que esperava, muito graças a esta cábula, ferramenta sem a qual estaria perdida.

SEMANA 1 . ROUPA
Afinal a etapa da roupa foi bem mais fácil do que imaginava. Ao espalhar no chão tudo o que tinha nos armários e gavetas tornou-se muito clara a distinção entre a roupa que queria guardar e a roupa que já não pertencia ali. Boa parte já não era usada há muito tempo e não me trazia alegria nenhuma. Coisas que já não fazem sentido, pois fizeram parte de uma situação passada, em que a vida era diferente.
Ficaram 3 gavetas e 1/3 de armário livres, além das outras gavetas estarem bem mais folgadas e de já não ter roupa pousada no fundo do armário.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

DESAFIO DESTRALHAR


slower_desafiodestralharDepois do desafio proposto a mim mesma e de um começo menos radioso, voltei a ler novamente sobre o tema e procurei pela internet uma lista com as categorias que me pudesse ajudar a seguir a ordem das coisas. Encontrei algumas, mas rapidamente senti necessidade de adaptar o que encontrei em inglês, à nossa língua e a uma realidade mais portuguesa.

À medida que a fui reescrevendo, o desafio foi desenvolvendo outra forma, até que me entusiasmei e senti que fazia sentido não só partilhá-lo aqui, como também desafiar-vos a fazerem-me companhia, participando.

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É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

DESTRALHAR · PAPELADA


slower_papelada1Quando terminei, a primeira etapa do destralhar a que me propus – os papeis – fui rever o manual de instruções, dei-me conta que comecei metendo os pés pelas mãos.

Pois é, não correu tão bem como podia, se tivesse estudado bem a lição. As instruções eram começar pela categoria mais fácil e terminar na mais difícil, quando já estamos quase em modo profissional. Primeiro roupa, seguido de papeis, diversos (aqui cabe quase tudo, de amostras de maquilhagem a ferramentas) e terminar nos objectos sentimentais.

Mas eu saltei a primeira etapa. Achei que começar pelos armários e gavetas, seria começar por um tema difícil, para mim. Que iria navegar semanas num mar roupa e que corria o risco de me afogar na primeira vaga. Não tanto pela roupa a uso ou roupa de casa, mas pela roupa de bebé guardada, pela parte que me coube de bordados das avós e lençóis antigos, e finalmente os panos e tecidos que vou coleccionando para projectos de costura. Na verdade, agora que penso nisso, esta roupa guardada tem um forte lado sentimental, logo deveria ter sido abordada em último lugar. Falhou-me isso mesmo, o identificar os objectos sentimentais nas diversas categorias.

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É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

DESTRALHAR


slower_destralhar_2Há quase dois anos que tenho o Walden na minha mesa de cabeceira. Mais precisamente, comprei-o depois de ler esta crónica do Tolentino Mendonça onde encontrei a seguinte verdade:

“A riqueza de um homem é proporcional não ao número de bens que ele pode possuir, mas ao número de coisas a que ele pode renunciar.”

Esta ideia tão clara e tão sã, tem-me levado a questionar, mais vezes do que habitual, coisas importantes e outras tão triviais como a necessidade de ter um microondas, por exemplo (depois do nosso se ter avariado há uns meses, abstive-me de o reparar e em menos de nada percebi que estava apenas a ocupar espaço).

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É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.