PORQUE É QUE ESCOLHER MENOS É ESCOLHER LIBERDADE


@lucianevalles

No outro dia fui dar uma volta de bicicleta com a minha filha e com uma amiga nossa. A miúda não estava delirante com o programa e a nossa amiga, querendo transmitir-lhe que nem sempre podemos fazer o que nos apetece, disse-lhe: Se tivessemos dinheiro, iamos para as compras, mas como não temos, vamos andar de bicicleta.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

SIMPLIFICAR, POR ONDE COMEÇAR?


Acontece sempre em Janeiro. Passada a festa, os doces, a árvore, o presépio e brinquedos novos que entram casa a dentro em Dezembro, vem uma enorme necessidade de dar uma geral e de me virar um bocado para dentro. De abrandar e simplificar. É o Inverno ou o ano novo? Talvez os dois.

Andei a semana passada desejosa de lançar as mãos aos enfeites e árvore de Natal e enfiar tudo na caixa. Mas não… Deixa vir o dia de reis.. Os miúdos ficavam tristes e tradição é tradição.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

2017 E UM NOVO ANO


2017 foi mais uma vez, um ano de desafios. Muito compensador, mas também puxado, especialmente nos últimos meses. Estes últimos dias, offline, foram, por isso, importantes para descansar, trazer perspectiva e renovar energias. Espero que tenham encontrado tempo para fazer o mesmo.

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É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

UM ANO MÁGICO


Adoro dar presentes, é das coisas boas que o Natal me traz. Tenho um enorme prazer no dar e no receber também. Tento apontar para menos e melhor, esperando transmitir o valor cada presente, dado com intenção.

Às vezes é um bocadinho mais caro do que gostava. Às vezes é de borla e dá um trabalhão. Às vezes é de borla e é fácil fácil. O que importa é que tenha a cara de quem o vai receber e assim também se garante que quem dá recebe a dobrar.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

NÃO VAMOS ESQUECER


Desde os incêndios de Outubro que a Maria e eu, andamos a tentar perceber como podemos contribuir para apoiar as populações que sofreram com esta tragédia e prevenir outras. Pedimos-vos ajuda inclusivé, porque mais cabeças pensam melhor.

E tivemos resposta. Chegaram-nos ideias e contributos de várias formas e feitios, interessantes e válidos. A ideia era, partindo daí, fazer uma selecção e reunir iniciativas que iam desde manifestar, votar, educar, plantar, contribuir a várias outras.LER MAIS

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UM ANO SEM CARRO · 6 LIÇÕES


Há coisa de um ano, o carro cá de casa morreu. Fiquei bastante abalada, mas não posso dizer que tenha sido uma morte súbita, pois já vinha dando sinais disso há tempos.

Agora era de vez. Num primeiro momento, paniquei. Com as nossas rotinas, era complicado passar sem carro. Estava tão habituada que parecia mesmo impossível fazer diferente numa família de um adulto para duas crianças. E como é que eu ia comprar um carro bonzinho, que não me morresse nas mãos tão cedo? Tardando a resposta, ou pelo menos uma que não implicasse endividamento ou adiar outros projectos indefinidamente, comecei a questionar a urgência dessa compra. Deixa ver como isto corre durante um mês ou dois, pensei eu. E de repente, um ano passou.LER MAIS

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OFICINA DE MACRAMÉ


É um sonho muito antigo que tenho, aprender a fazer macramé. Depois de aprender, miserável, a fazer tricot a partir de vídeos do youtube e costura, sozinha por tentativa-erro, prometi a mim mesma que, no macramé, uma arte tão útil e bonita, tinha de ser exímia. Quero oferecer presentes de Natal feitos por mim e, com esta técnica dos nós, consigo fazer peças únicas e lindas. E quero fazer um porta-vasos para a nossa sala (e para o meu amigo secreto).

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Maria Cordoeiro

É psicóloga. Tem quatro filhos. Um marido. Dois cães. Gosta de dias tranquilos mas que não lhe fujam dos planos. Gosta de cozinhar, de ouvir música, de costurar, de se deitar tarde, de tricotar e de ir à praia. Gosta de fazer coisas em geral e de pessoas em particular. Ou vice-versa. Tem um blogue onde conta alguns pormenores do seu dia-a-dia e onde fala da sua procura de um equilíbrio que considera urgente: parar e aproveitar todos os momentos, em contacto com a Natureza e com os outros. Em 2017 escreve o livro Viver Devagar e inicia a sua colaboração com o Slower.

ENTREVISTA · RITA CASTEL’ BRANCO


Uma das coisas que sabíamos que queríamos fazer, quando iniciámos o Slower como plataforma colaborativa, era trazer-vos histórias e pessoas que nos inspiram. Pessoas que, cada uma à sua maneira, fazem escolhas que nos dizem muito e com as quais aprendemos. Umas não conhecemos e esperamos ficar a conhecer (ah!). Outras são próximas e fazem parte das nossas vidas.

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BALI, AÍ VAMOS NÓS!



Lembram-se de vos ter falado que este ano, eu a minha filha virávamos uma década? Pois é, este é o ano em que entro nos 40 e faço 10 anos de mãe. É um ano especial a dobrar, e por isso, um ano em que quero celebrar os presentes que tenho recebido na vida – e são muitos – junto das pessoas mais importantes do mundo, os meus filhos.

Inspirada pela sabática de amigos que andam a correr a Ásia com os filhos às costas, resolvi pegar nos meus e ir ter com eles por umas semanas. Escrito assim até parece que foi coisa decidida de um dia para o outro. Não, não foi. O sonho começou a surgir em Agosto. De lá para cá foi andar a espremer dias de férias e sobretudo fazer contas à vida. Ou melhor, foi mais um acreditar (muito) que, com mais ou menos poupanças, o universo nos ia dar este presentão.

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É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

NA VOLTA, OFICINA CRIATIVA


Defeito de formação ou não, tenho um olho bem aberto para padrões e texturas à minha volta. Eles aparecem em folhas e troncos, paredes descascadas, sombras em lençóis amachucados. Depois vêm as tintas, as aguarelas e os marmoreados com a sua fluidez e possibilidades infinitas. Uma organicidade (isto diz-se?) que me atrai.

Sempre quis aprender esta técnica, mas era difícil encontrar onde aprender num horário compatível com quem trabalha das 9.00 às 18.00. Por isso, quando soube que a Julie vinha cá fazer um workshop de marmoreado em tecido num sábado, agarrei rapidamente no calendário para ver se tinha essa manhã livre. Para melhorar, o workshop ia acontecer no Volta, uma oficina cheia de bons pretextos para visitar e que estava para conhecer há que tempos. Cereja no topo do bolo, a minha amiga mais talentosa também se tinha inscrito. Num telefonema as crianças foram recambiadas para ir passar a noite de véspera aos tios, um programaço prometido desde o Natal, e confirmei presença.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.