NÃO VAMOS ESQUECER


Desde os incêndios de Outubro que a Maria e eu, andamos a tentar perceber como podemos contribuir para apoiar as populações que sofreram com esta tragédia e prevenir outras. Pedimos-vos ajuda inclusivé, porque mais cabeças pensam melhor.

E tivemos resposta. Chegaram-nos ideias e contributos de várias formas e feitios, interessantes e válidos. A ideia era, partindo daí, fazer uma selecção e reunir iniciativas que iam desde manifestar, votar, educar, plantar, contribuir a várias outras.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

UM ANO SEM CARRO · 6 LIÇÕES


Há coisa de um ano, o carro cá de casa morreu. Fiquei bastante abalada, mas não posso dizer que tenha sido uma morte súbita, pois já vinha dando sinais disso há tempos.

Agora era de vez. Num primeiro momento, paniquei. Com as nossas rotinas, era complicado passar sem carro. Estava tão habituada que parecia mesmo impossível fazer diferente numa família de um adulto para duas crianças. E como é que eu ia comprar um carro bonzinho, que não me morresse nas mãos tão cedo? Tardando a resposta, ou pelo menos uma que não implicasse endividamento ou adiar outros projectos indefinidamente, comecei a questionar a urgência dessa compra. Deixa ver como isto corre durante um mês ou dois, pensei eu. E de repente, um ano passou.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

OFICINA DE MACRAMÉ


É um sonho muito antigo que tenho, aprender a fazer macramé. Depois de aprender, miserável, a fazer tricot a partir de vídeos do youtube e costura, sozinha por tentativa-erro, prometi a mim mesma que, no macramé, uma arte tão útil e bonita, tinha de ser exímia. Quero oferecer presentes de Natal feitos por mim e, com esta técnica dos nós, consigo fazer peças únicas e lindas. E quero fazer um porta-vasos para a nossa sala (e para o meu amigo secreto).

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Maria Cordoeiro
É psicóloga. Tem quatro filhos. Um marido. Dois cães. Gosta de dias tranquilos mas que não lhe fujam dos planos. Gosta de cozinhar, de ouvir música, de costurar, de se deitar tarde, de tricotar e de ir à praia. Gosta de fazer coisas em geral e de pessoas em particular. Ou vice-versa. Tem um blogue onde conta alguns pormenores do seu dia-a-dia e onde fala da sua procura de um equilíbrio que considera urgente: parar e aproveitar todos os momentos, em contacto com a Natureza e com os outros. Em 2017 escreve o livro Viver Devagar e inicia a sua colaboração com o Slower.

ENTREVISTA · RITA CASTEL’ BRANCO


Uma das coisas que sabíamos que queríamos fazer, quando iniciámos o Slower como plataforma colaborativa, era trazer-vos histórias e pessoas que nos inspiram. Pessoas que, cada uma à sua maneira, fazem escolhas que nos dizem muito e com as quais aprendemos. Umas não conhecemos e esperamos ficar a conhecer (ah!). Outras são próximas e fazem parte das nossas vidas.

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É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

BALI, AÍ VAMOS NÓS!



Lembram-se de vos ter falado que este ano, eu a minha filha virávamos uma década? Pois é, este é o ano em que entro nos 40 e faço 10 anos de mãe. É um ano especial a dobrar, e por isso, um ano em que quero celebrar os presentes que tenho recebido na vida – e são muitos – junto das pessoas mais importantes do mundo, os meus filhos.

Inspirada pela sabática de amigos que andam a correr a Ásia com os filhos às costas, resolvi pegar nos meus e ir ter com eles por umas semanas. Escrito assim até parece que foi coisa decidida de um dia para o outro. Não, não foi. O sonho começou a surgir em Agosto. De lá para cá foi andar a espremer dias de férias e sobretudo fazer contas à vida. Ou melhor, foi mais um acreditar (muito) que, com mais ou menos poupanças, o universo nos ia dar este presentão.

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É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

NA VOLTA, OFICINA CRIATIVA


Defeito de formação ou não, tenho um olho bem aberto para padrões e texturas à minha volta. Eles aparecem em folhas e troncos, paredes descascadas, sombras em lençóis amachucados. Depois vêm as tintas, as aguarelas e os marmoreados com a sua fluidez e possibilidades infinitas. Uma organicidade (isto diz-se?) que me atrai.

Sempre quis aprender esta técnica, mas era difícil encontrar onde aprender num horário compatível com quem trabalha das 9.00 às 18.00. Por isso, quando soube que a Julie vinha cá fazer um workshop de marmoreado em tecido num sábado, agarrei rapidamente no calendário para ver se tinha essa manhã livre. Para melhorar, o workshop ia acontecer no Volta, uma oficina cheia de bons pretextos para visitar e que estava para conhecer há que tempos. Cereja no topo do bolo, a minha amiga mais talentosa também se tinha inscrito. Num telefonema as crianças foram recambiadas para ir passar a noite de véspera aos tios, um programaço prometido desde o Natal, e confirmei presença.LER MAIS

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NATAL . 12 PASSOS PARA NÃO PERDER O NORTE


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Todos os anos, o Natal vem relembrar-nos da importância de nos darmos. Tudo a favor, mas ainda mal entrámos em Dezembro e as agendas já começam a ficar preenchidas, entre jantares, receber amigos que vêm de longe, festas escolares, concertos, visitas familiares. A isto somamos ainda os presentes que tentamos fazer ou comprar com intenção e preparar a casa para receber o Natal. É um mês exigente em termos logísticos e emocionalmente intenso.

Gostava de vos poder dizer que, além do calendário de advento que está na parede, já tenho tudo tratado: bolachas a sair do forno, postais no correio, presentes embrulhados debaixo da árvore. Longe disso. O que tenho é um conjunto de estratégias alinhadas para não perder o norte, que vou relendo volta e meia quando sinto que preciso de me reequilibrar. Partilho-as aqui convosco.LER MAIS

É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.

ESTRATÉGIAS PARA UM ANO SLOW


slower_um_ano_slow_01As minhas férias são férteis em sonhos, novos planos e costumo regressar à vida cheia de energia, pronta para arregaçar as mangas. Até há pouco tempo atrás, isto significava lançar-me em várias direcções logo em Setembro: check-ups disto e cursos daquilo, reparações em casa, projectos para a escola dos miúdos, costura, etc. Um pouco como entrar na maratona que é o ano lectivo – verdadeiro início do ano para muitos – em modo sprint… O que geralmente significava chegar ao Natal a lamber o chão.LER MAIS

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O CICLO DE VIDA DA NOSSA ROUPA


o ciclo de vida da nossa roupaQuem se iniciou na última semana no desafio destralhar, por esta altura já se começou a perguntar o que é que vai fazer aos sacos de roupa excedente que juntou.

Enquanto isso, esta semana o Fashion Revolution, um movimento que surgiu na sequência do desastre do Rana Plaza que causou 1.134 mortos no colapso de uma fábrica têxtil no Bangladesh em 24 de Abril de 2013, marca esta data com a Fashion Revolution Week, com o objectivo de consciencializar o mundo sobre a exploração nesta industria e apelando à sua transparência, com a pergunta #whomademyclothes.

Por estas duas razões, esta semana falo-vos aqui sobre o ciclo de vida da nossa roupa: de onde vem e para onde vai.

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COISAS BOAS DE DEZEMBRO


Ouvir a A. em palco neste concerto.
Ouvir a A. em palco neste concerto.

Se fazemos bolachas em casa, deitamo-nos tarde. Se vamos ao um concerto de natal, falta fruta para o farnel do dia seguinte. Se tenho mais tempo com as crianças, não me organizo para fazer os presentes de Natal. Se saio para jantar com amigos, não há leite para o pequeno-almoço. Sim, em Dezembro o lençol é mesmo mais curto: quando tapa a cabeça, destapa os pés. 

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É designer gráfica. Vive em Lisboa e tem dois filhos. Gosta de dias que se desenrolam sem planos, de caminhar, de fotografia e não passa sem doses maciças de sol. Da vontade de abrir caminho para uma vida mais simples, em sintonia com o seu ritmo e o da natureza, inicia o blogue Slower em 2015. Dois anos depois, abre a casa a colaborações e torna o Slower numa comunidade participativa. Acredita que um dia ainda vai fazer um inter-rail com os filhos e que eles vão gostar. É uma optimista.