NÃO ESQUECER É, TAMBÉM, MUDAR


Quando a tragédia do dia 15 de Outubro de 2017 aconteceu, espalharam-se nas redes sociais posts e comentários, apontando dedos indignados aos relativamente poucos que poderiam ter feito muito para evitar um Portugal ardido. Exigindo-lhes (e bem) uma mudança de paradigma no que toca ao território, à gestão da floresta e à protecção desta e das populações rurais.

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Sou a Rita, alfacinha, arquitecta e urbanista. Trabalho em planeamento da mobilidade urbana há alguns anos. Defendo o uso da bicicleta há muitos mais. Preocupo-me com o impacto que as minhas opções quotidianas têm à escala global. Estou a anos-luz de ser exemplar.